
Surfing beginners problems & Surf Instructor Profile
O “sport of surfing” é culturalmente uma
actividade de iniciação auto-didacta individual, de tentativa e erro, “a somewhat dangerous approach and
sometimes fatal”.
Os problemas encontrados pelo iniciante são:
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: desenvolvimento de técnicas deficientes, podendo
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levar a lesões ou padrões motores incorrectos.
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: desenvolvimento de atitudes de desrespeito para
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com os outros, pelo comportamento negligente,
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perigoso por ignorância de conhecimentos teórico-práticos:
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> sobre as condições naturais de prática (“surf-safety”),
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> das regras de segurança para com banhistas (“safety laws”),
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> das normas de organização entre praticantes na zona de surf (“surf etiquette”)
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(Atkins & Collins, 1990, p.3) (Warshaw, 2005, p.xvi e 590) (Wilson, 1994, p.1, p.38)

Perfil de Formação do Instrutor de Surf
1 O INSTRUTOR NUMA ESCOLA DE SURF A FORMAÇÃO NO NÍVEL DE INGRESSO NA CARREIRA DE TREINADOR DE SURF João Brogueira, Julho 2006
2 :: O perfil do instrutor de surf em Portugal O perfil do instrutor de surf em Portugal (actualmente denominado treinador nível 0 e 1 ) está condicionado pelas políticas federativas nacionais e pelo hiato legal relativo ao ensino das modalidades de ar livre. A área de intervenção e as funções permitidas não são concordantes com os objectivos do curso de formação actual e respectivas competências formadas: : autonomia de exercer a prática de ensino do surf; : ser responsável técnico-pedagógico por uma Escola de surf, : treinar e orientar em competição nacional, : e ser responsável por um Centro de treino de surf. São apresentadas pistas para um programa de formação eficaz 2
3 1 :: Introdução O sport of surfing é culturalmente uma actividade de iniciação auto-didacta, individual, de tentativa e erro, a somewhat dangerous approach and sometimes fatal. 3
4 :: Iniciantes > necessidades específicas < Instrutores :: Os problemas encontrados pelo iniciante são: : desenvolvimento de técnicas deficientes, podendo levar a lesões ou padrões motores incorrectos. : desenvolvimento de atitudes de desrespeito para com os outros, pelo comportamento negligente, perigoso por ignorância de conhecimentos teóricopráticos: > sobre as condições naturais de prática ( surf-safety ), > das regras de segurança para com banhistas ( safety laws ), > das normas de organização entre praticantes na zona de surf ( surf etiquette ) (Atkins & Collins, 1990, p.3)(warshaw, 2005, p.xvi e 590)(Wilson, 1994, p.1, p.38) 4
5 :: Surf Pedagogia? O surf apresenta-se como um desporto com elevado potencial de expansão, mas onde não se tem reflectido muito ao nível da Pedagogia do Desporto, nomeadamente o seu tratamento com rigor científico e sistemático (Silva, 2000, p.3) 5
6 2:: Descrição dos problemas na formação de treinadores de surf 1: Iniciação auto-didacta 2: Desvalorização do papel do Treinador no treino nesta modalidade : Surfing only _ Surfing is one of the few sports where even professional-level riders choose not to train : ( surfing instructor desde 1910) 6
7 Problemas 3: Hiato na lei : Responsável técnico: Licenc E.F./ Desporto (?) : Impunidade na praia ( zona fora-da-lei ) 4: Efeito das políticas sobre o papel do monitor 5: Que necessidades de formação, na percepção dos monitores? : Disparidade nas formações, a mesma certificação 6: Formação insuficiente/ineficaz é geral na actividade profissional de treinador 7
8 "I know that most men, including those at ease with problems of the greatest complexity, can seldom accept even the simplest and most obvious truth if it be such as would oblige them to admit the falsity of conclusions which they have delighted in explaining to collegues, which they have proudly taught to others, and which they have woven, thread by thread, into the fabric of their lives." Leo Tolstoy 8
9 3:: QUEBRAR O CÍRCULO DO FRACASSO Para um programa de formação eficaz, provou-se que é necessário atender: às vivências desportivas dos formandos anteriores à formação, e também ao seu nível de partida quanto às competências desejadas. aos cuidados de definição clara do papel do formando (monitor, neste caso), de delimitação de funções, de definição de competências, de hierarquia dos módulos de formação, às próprias condições de acesso e avaliações iniciais, das avaliações em exercício, de acompanhamento e da prática pedagógica, não-dissociada das restantes matérias (Bart Crum, 1993) (Carreiro da Costa et al., 1996) (Olímpio Bento et al., 1999) 9
10 Problemas Crenças e valores dos formandos Estes aspectos culturais não poderá ser ignorado num plano de formação de treinadores, dado que os programas com maior impacte e eficácia educativa apresentam, entre outras características, uma grande atenção às crenças, valores e concepções que os estudantes perfilham (F. Carreiro da Costa et al., 1996, p.31) os alunos procuram sinais que justifiquem as suas práticas, suas "crenças, os valores e as atitudes", "o que frequentemente conseguem". Resultado: "Ineficácia em mudar as crenças, os valores e as atitudes que os estudantes trazem para os cursos de formação inicial 10
11 Problemas Concepções de ensino Quanto à mudança conceptual dos formandos, os formadores deverão saber quais são as concepções de ensino dos seus formandos para os ajudar a encontrar novas concepções de ensino inteligíveis, plausíveis e frutíferas e, se necessário, tomarem medidas para criar insatisfação com as concepções presentes dos seus formandos que conflituam com as perspectivas de formação (Bento et al., 1999, p.211) 11
12 Problemas A formação não pode reduzir-se a uma formação teórica à qual habitualmente se acrescenta um momento de prática pedagógica (Carreiro da Costa et al., 1996, p.12) 12
13 4:: Uma formação para o nível de ingresso na carreira de treinador de surf: o INSTRUTOR obrigações legais estrutura europeia de formação de treinadores análise dos currículos já existentes de várias federações (Australiana, Europeia, Francesa, Portuguesa) sistematização do sport of surfing 13
14 Perfil do instrutor de surf condições de ingresso (?) Estes monitores têm como condição de ingresso: : o 9º ano de escolaridade : provas de condição física (para natação de salvamento); : não é avaliada a prestação técnica : não é avaliado o conhecimento das condições naturais de prática; 14
15 Perfil do instrutor de surf duração da formação técnica (?) Formação técnico-pedagógica => cultura técnica partilhada Formações técnicas, de curta duração: não mudam as crenças 60h actual 300h: 85/368 CEE, Formação de Treinadores na Europa Comunitária 15
16 Cursos de Treinadores da Federação Portuguesa de Surf Nível 1 Matérias Total Anatomofisiologia Arbitragem Bases de treino Surf Bodyboard Técnicas de salvamento Perfil do Treinador Desenvolvimento do Jovem Praticante Higiene e 1º Socorros História e regulamentação Processo Ensino Aprendizagem Prática Pedagógica 60h Organização da actividade do treinador Curso de Treinadores da Federação Portuguesa de Surf Nível 2 Matéria Horas Total 72/ Anatomofisiologia 4 Metodologia do Treino 12 Organização Desportiva 2 Técnica de Surf 8 Técnica de Bodyboard 8 Técnicas de Salvamento 8 Técnica de Longboard 4 Pedagogia 4 História e Regulamentação3 Biomecânica 4 Nutrição e desporto 4 Psicologia no Desporto 4 JoãoBrogueira Prática 2006Pedagógica 8 Traumatologia 1 16
17 85/368 CEE, Formação de Treinadores na Europa Comunitária Conhecimento teóricos Capacidade prática Instrutor Nível I: Iniciação profissio nal Condições de acesso: escolaridade obrigatória; experiência prática na disciplina desportiva Corresponde à escolaridade obrigatória Não corresponde a uma qualificação completa A quantidade de conhecimentos teóricos é muito limitada A sua aquisição pode ser bastante rápida a quantidade de capacidades práticas é muito limitada execução de um trabalho relativamente simples (sem autonomia) Responsabilidade: orientação da prática desportiva infantil e juvenil Exercido por voluntários das associações desportivas (?) Domínios de actividade: - executar e avaliar o treino - tomar as medidas necessárias para Instrutor garantir em Escola a segurança de Surf e a saúde dos praticantes 17
18 Monitor Nível II: Formação profissio nal Agente desporti vo auxiliar Condições de acesso: 12º ano de escolaridade; experiência prática na disciplina desportiva; certificado do nível I; 1 ano de experiência como Instrutor, validado pelo Clube Qualificação completa para o exercício de uma actividade bem determinada, com a capacidade de utilizar os instrumentos e as técnicas que lhe reportam uma etapa no processo de formação do treinador Responsabilidade: orientação da prática desportiva infantil e juvenil. O primeiro e fundamental iniciador da formação da criança em todas as facetas básicas do processo educativo e da transmissão do saber humano (T. Lima, 1988, p.1) - saber ensinar as técnicas, as tácticas, as regras,... - saber praticar uma pedagogia desportiva concreta Exercido por voluntários das associações desportivas (?) Domínios de actividade: - executar e avaliar o treino - participar na identificação de talentos - aconselhar os desportistas durante a competição (simplificada) - tomar as medidas necessárias para garantir a segurança e a saúde dos praticantes - acompanhar a evolução dos conhecimentos trabalho de execução, que pode ser autónomo, dentro do limite das técnicas que lhe são inerentes (ensinar, dirigir e orientar as actividades concretas, destinadas aos escalões mais jovens, 8-14 anos) 18
19 Treinador Condições de acesso: certificado do nível II; 1 ano de experiência como Monitor, validado pelo Clube 300h Nível III: Formação técnica comple mentar Conhecimentos teóricos mais avançados que no nível II Responsabilidade: Competência: treino de um ou vários praticantes e coordenação de uma equipa de vários treinadores auxiliares (níveis I e II) Domínios de actividade: - planificar, executar e avaliar o treino - participar na identificação de talentos - aconselhar os desportistas durante a competição - tomar as medidas necessárias para garantir a segurança e a saúde dos praticantes - acompanhar a evolução dos conhecimentos 19
20 5:: Perfil de Formação O desporto institucionalizado hoje ostenta as máculas de um paradoxo, ao afastar-se da cultura, da formação, da educação, do humanismo (Olímpio Bento, 2001)
21 5:: #1: Área de intervenção profissional do instrutor de surf Definir este espaço é esclarecer o desempenho profissional que se tem em expectativa desenvolver. É a resposta a esta questão que permitirá esclarecer as finalidades e os alvos do curso de formação e, fundamentalmente, ajuizar da justeza dos conteúdos e estratégias de formação (Carreiro da Costa, 2006). PERFIL PROFISSIONAL: Conceito definido como a descrição das actividades, competências, atitudes e comportamentos necessários para o exercício das profissões ou ocupações na área do desporto (DL nº407/99 de 15 Out, art. 4º) Definição de perfil profissional do CEDEFOP (centro europeu para o desenvolvimento da formação profissional - Berlim): é a descrição do conjunto das actividades e das tarefas profissionais, bem como das competências para as desenvolver (85/368 CEE). 21
22 #1.1: Área de intervenção social e profissional O Instrutor de Surf é um agente desportivo auxiliar, inexperiente, que faz o seu ingresso na carreira de Treinador nas Escolas dos Clubes de Surf. Tem a responsabilidade de auxiliar o monitor no ensino do surf em classes na fase mais básica de iniciação. Intervém ao nível da Escola de Surf (Ensino), da comunidade (Segurança no Mar), do Clube de Surf (organização do desporto e de competições locais simplificadas). Não corresponde a uma qualificação completa: a quantidade de conhecimentos teóricos é muito limitada, a quantidade de capacidades práticas é muito limitada (85/368 CEE). The job of the level 0 coach will be to assist the level 1 coach in surfschool class ( ) a level 0 coach should never instruct unless a qualified level 1 coach is present and supervising (Watkins e Collins, 1990, p.3) 22
23 5:: #2: Funções e tarefas nas áreas do perfil profissional Monitor é um agente desportivo auxiliar com funções de dirigir, orientar e ensinar as actividades concretas de uma determinada modalidade desportiva ( ) destinadas aos escalões mais jovens (T. Lima, 1988, p.3). A formação do Instrutor prepara académica e profissionalmente para o desempenho das seguintes funções: : O primeiro objectivo do ensino em EF escolar é promover a aprendizagem. Assim, a formação de professores qualificados, altamente motivados para buscarem permanentemente a excelência na sua prática profissional, e que creiam que a sua principal função é promover a aprendizagem e ensinar os alunos a como aprender, deverá ser um dos propósitos da formação inicial (Carreiro da Costa, 1996, p.25) 23
24 FUNÇÕES Funções de desenvolvimento do processo de treino desportivo: A. Instrutor de surf no nível de prática de iniciação; B. Orientação de programas simplificados de condição física no âmbito do treino desportivo; Funções de garantia de segurança no mar C. Prevenção de acidentes no mar; Funções de animação desportiva D. Promoção e organização de competições desportivas adaptadas; Participação na formação de treinadores E. Gestão da Formação da Comunidade Educativa e da Autoformação Permanente 24
25 TAREFAS Instructors work almost exclusively on proficiency and board handling skills (Wilson, 1994, p.43).planeamento curricular;.intervenção e interacção pedagógica; Contribuir para a aprendizagem tecnomotora, sociomotora, cognitiva e reflexiva, afectiva dos alunos, proporcionando oportunidades para a alegria lúdica e para o esforço e a excitação desportivos (B. Crum, 1993, p ).avaliação da aprendizagem e do ensino; Promover, ajudar, orientar e responsabilizar-se pela aprendizagem dos seus alunos (Carreiro da Costa, 1996, p.32).estabelecer parâmetros e critérios de avaliação da prestação motora, aptidão física e da sua evolução.tomar as medidas necessárias para garantir a segurança e a saúde dos praticantes.concepção, implementação e avaliação de processos de animação sócio-educativa.desenvolvimento pessoal e profissional ao longo da vida. 25
26 5:: #3: Competências profissionais Estabelecer os alvos do curso: Competências Profissionais Conjunto dos conhecimentos: saber fazer, saber estar, e também o domínio das destrezas do ofício necessárias para o exercício da profissão; isto é: o conhecimento, as habilidades e as atitudes necessárias para garantir o trabalho e o papel do professor. Competências essenciais basic knowledge of aspects of the sport and how to teach it (...) correctly and safely (Wilson, 1994) O Instrutor possui uma formação inicial incidindo sobre competências básicas (A. Rosado, 2000, p.23) para a execução de um trabalho relativamente simples (85/368 CEE). Possui níveis mínimos de competências essenciais, certificados objectivamente. Não possui formação inicial suficiente para desenvolver todas as competências exigidas para o ensino do surf nos escalões de formação, nem de procurar o seu desenvolvimento máximo (A. Rosado, 2000, p.23). 26
27 #3: Competências profissionais Competências profissionais(contributo para a realização das funções e tarefas profissionais indicadas de A a E) ( 1) ABCD Conhecimento científico e pedagógico elementar, é capaz de responder às seguintes perguntas o que ensinar?, como ensinar?, e como gerir a progressão das aprendizagens?. (2) ABCD Reportório básico de habilidades técnicas de ensino (3) ABCDE Sabe utilizar as novas tecnologias (4) ABCDE Trabalha em equipa (5) ABCDE Competências profissionais características (6) D Participa na Gestão da Escola (6) E Analisa continuamente o seu ensino e o resultado do seu trabalho e promove as alterações necessárias (7) ABCDE Actua de acordo com princípios éticos e morais Necessidade da formação contínua A qualidade da formação deverá ser garantida pela formação contínua. 27
28 6:: VALIDAÇÃO Para justificar a validade deste processo de formação, face aos problemas específicos desta modalidade jovem, não olímpica, em que a investigação científica e a sistematização é rara e experimental: Foi analisado o percurso histórico do instrutor na cultura do surf, bem como dos meios de treino nesta modalidade, que tem uma tradição de surfing only (Warshaw, 2005, p.201; Taj Burrow, 2003; Paul Frediani, 2001); foram analisadas as percepções dos melhores praticantes portugueses sobre o assunto. Necessidade de estudo J. Simão e A. Rosado (1999, referido por Rosado, 2000, p.44) referem a necessidade de um estudo empírico em que procuraram estudar os factores essenciais da representação da profissão pelos treinadores para validação do perfil de competências e proceder a uma apreciação do valor relativo, da hierarquia ou importância atribuída a cada competência, em função da percepção pelos treinadores da sua importância profissional. Horas Segundo Jorge Vieira, da FPA, A qualidade não se mede pelo número de horas ministradas nos cursos. É, isso sim, fundamental uma adequação entre a teoria e a prática (Jornal Record, 1998, Dossier). Os programas com maior impacte e eficácia educativa apresentam como uma das características um ênfase particular aos conhecimentos e procedimentos práticos Homologação PERFIL DE FORMAÇÃO Conceito definido como o conjunto de elementos definidores da formação adequada a determinado perfil profissional, compreendendo os objectivos, a organização, a duração, os conteúdos e as competências a obter no final da formação na área do desporto (DL nº407/99 de 15 Out, art. 4º) Homologação dos cursos de formação (DL 407/99 de 15 Out, Art 15º): O CEFD, enquanto entidade certificadora, avalia os seguintes requisitos: Objectivos da formação; duração total; conteúdos programáticos; metodologias de formação; instalações e equipamentos; curricula dos formadores, quer a nível técnico quer a nível pedagógico; recursos pedagógicodidácticos; sistema de avaliação dos formandos; critérios de selecção dos formandos. 28
29 7:: CONCLUSÃO Para que este trabalho possa ser aplicado, para além da validação, necessita de: vontade política IDP cumprimento da Lei Bases Desporto: Escolas de surf necessitam de um responsável técnico licenciado em EF e Desporto cumprimento da lei quanto às horas formação e certificação treinadores mudança política federação quanto à autonomia dos instrutores, que impunemente exercem funções para as quais não têm competências reformulação completa da carreira de treinador, com reciclagem/prestação provas aptidão obrigatória formação contínua obrigatória controlo e fiscalização pelas autoridades_ polícia marítima Estabelecer padrões de qualidade profissional: à semelhança do que se faz na Austrália e em França, com o certificado de que a Escola tem monitores certificados e cumpre os padrões definidos Interesse das associações de consumidores (DECO) O Curso de Treinadores - Nível I ter uma carga horária de 100 horas, cujos conteúdos se distribuem segundo novo programa. 29
30 8:: BIBLIOGRAFIA (a consultar em pdf) Texto disponível em
31 ::Bibliog Formação de professores/ treinadores Á. Aranha, F. Carreiro da Costa, J. Raposo, J. Aranha, 2000, Conhecer a aprendizagem para melhorar o ensino, 8º Congresso de EF e CDesp dos Países de LP, p.153 Bart Crum, 1993, A crise da identidade da EF, Boletim SPEF, p.136 Carreiro da Costa, 1972, Dissertação de final de curso Carreiro da Costa, 1986, No clube também se aprende, Revista Horizonte, p.94 Carreiro da Costa et al., 1996, Formação de professores em Educação Física, p.17 Carreiro da Costa, 2006, Comunicação_ VI Mestrado Gestão da Formação Desportiva, FMH Carreiro da Costa, 2006, Apresentações_ O Processo de Bolonha e a revalorização da Formação Inicial em Educação Física_ VI Mestrado Gestão da Formação Desportiva, FMH CEFD, 2000, Inquérito aos treinadores portugueses G. Tobio, F. Carreiro da Costa, M. Valeiro, 2000, A formação de técnicos desportivos: o conhecimento didáctico do conteúdo no ensino de uma técnica desportiva do Andebol. A perspectiva dos treinadores, 8º Congresso de EF e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa, p.295 José Rodrigues, 2000, A Investigação da Competência pedagógica dos treinadores J. Olímpio Bento et al., 1999, Contextos da Pedagogia do Desporto Jornal Record, Dossier: Formação de treinadores, 24 Março 1998 Richard Magill, 1984, Aprendizagem Motora: conceitos e aplicações, p Teotónio Lima, 1988, O Papel do Monitor Desportivo, p.2 Teotónio Lima, 1989, O Perfil do Monitor_ in Manual do Monitor da DGD, p.2 31
32 ::Bibliog Formação específica de treinadores de surf Alan Watkins e Chris Collins, 1990, Australian Surfriders Association Coaches Manual Brian Lowdon ed.,1982, Competitive surfing: a dedicated approach, Mouvement Publications (Aust), p Colin Wilson, 1994, European Surfing Federation, Surfing Instructors Manual Level 1 Drew Kampion & Bruce Brown, 1998, Stoked: uma história da cultura do surf F. Moreira, 1999, Programa de Pedagogia do Desporto, Curso de P.E.B. Variante de EF, ESE Viana Castelo J. Varela, C. López, 2000, Iniciación ás práticas de esvaramento. Proposta dunha unidade didáctica sobre o bodyboard, 8º Congresso de EF e Ciênc Desp dos Países de LP, p.153 J. Swarbrooke et al, 2003, Turismo de Aventura: conceitos e estudos de casos, Ed. Campus, Brasil, p Manuel Rui Silva, 2000, Contributo para uma sistematização das habilidades básicas do surf_tese Mestrado Marco Correia, 2004, Concepções didácticas e metodológicas do ensino do surf - Tese de Mestrado, FMH Matt Warshaw, 2005, Encyclopedia of Surfing Paul Frediani, 2001, Surf flex Revista Surf Session, Fédération Française de Surf, Pour choisir une école de surf, 1998 R. Bravo & M. Pedreira, Revista Surf Portugal nº138, Jul 2004, O surf vai à escola, p.52-60) Taj Burrow, 2003, Book of hot surfing 32
33 ::Bibliog Textos do autor Investigação Educacional, E.S.E. de Setúbal, Junho 1994, Perfil e Motivação para a Prática Desportiva dos Jovens Praticantes de Bodyboard do Ericeira Surf Clube Março/Abril 1998, Horizonte - Revista de Educação Física e Desporto, Dossier central: Componentes Críticas das Habilidades Básicas do Surf e Bodyboard, pág I a VIII, Vol. XIV, nº 82 Jan/Fev 2002, Revista Desporto do CEFD, Breve história sobre Surf, pág 26-27, Vol. V, nº 1 Fevereiro 1996/ Junho 1996/ Maio 2003, Textos de Apoio à Acção Formação para Prof. de E.F. Ensino do Surf e Bodyboard na Escola, Técnica do Surf, Técnica do Bodyboard, Pedagogia e Didáctica do Surf, Metodologia do ensino do Surf, Metodologia do ensino do Bodyboard Fev. 1998/ Out 2000, Revista Surf Magazine, destacáveis centrais das ed. 45 a 57, 4 pág, exemplares: nº 45, ano 11, Maio/ Junho 1998: 1_ Take-off: Arranque na onda, 3 dicas fundamentais - os primeiros passos para começares a surfar nº 46, ano 11, Agosto/ Setembro 1998: 2_ Viragens: Noções de Biomecânica das Manobras actuais do Surf - o surf rail-to-rail nº 47, ano 11, Outubro/ Novembro de 1998: 3_ Trimming e Backside Trim nº 57, ano 13, Setembro/ Outubro 2000: 12_ Linhas de onda: Classificação das manobras 33
34 ::Bibliog Legislação e orientações 85/368 CEE, RPCD Rede Portuguesa de Ciências do Desporto, 1992_ Formação de Treinadores na Europa Comunitária: Estrutura Europeia dos cinco níveis de formação profissional, RECD LBSD, Lei de Bases do Sistema Desportivo, Lei n.º 1/90 de 13 de Janeiro Lei 1-90.pdf Rectificada nos termos da Rectificação publicada no DR, Iª s, n.º 64, de 17 de Março de 1990 Alterada pela Lei n.º 19/96, de 25 de Junho Revogada pela Lei n.º 30/2004, de 21 de Julho (Lei de Bases do Desporto) DL nº 350/91, de 19 Set (revogado pelo DL nº407/99 de 15 Out) DL nº407/99 de 15 Out, regime jurídico da formação desportiva no quadro da formação profissional inserida no mercado de emprego e regime de certificação profissional O Conselho da Europa e o Desporto para Todos, 1990, p.53 Congresso do Desporto (2006), Documento final, Estoril, 18 de Fevereiro de 2006, ficheiros_documentofinal.pdf 34
35 ::Bibliog Internet : : treinador+horas (páginas de Portugal, das várias Federações desportivas) : FPS_ "Regulamento de Funcionamento das Escolas e Centros de Treino de Surf" =6 : Capitania do Porto, Delegações Marítimas_ autorizações para a realização de eventos : IPJ_ Campos de Férias (Licenciamento e Alvarás) ccampoferias/licenciamento+de+campos+de+férias.htm 35

